Tal como tem acontecido em anos anteriores também este ano participámos com alguns trabalhos na exposição do Dia Aberto do nosso agrupamento de escolas. Esta exposição pretende ser uma pequena amostra do trabalho que é realizado ao longo do ano pelo pré-escolar e 1º CEB.
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sexta-feira, 23 de maio de 2014
terça-feira, 29 de abril de 2014
"Respeitar os sinais"
A empresa SUMA está a desenvolver em parceria com a Câmara Municipal de Ourém uma campanha de sensibilização denominada "Respeitar os sinais". Esta campanha visa promover hábitos de respeito e cuidado com meio ambiente. Na semana passada foi a nossa vez de escutarmos com atenção a mensagem que nos foi transmitida e que agradecemos. Para crescermos saudáveis sabemos que devemos respeitar e preservar o meio ambiente e isso é visível nos nossos comportamentos diários.
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
Dia internacional das Pessoas com Deficiência
Ontem comemorou-se um dia muito especial dedicado às pessoas ainda mais especiais. A professora Natércia da Educação Especial trouxe-nos uma história muito bonita que nós já conhecíamos mas que foi bom relembrar "Tita, a coelhinha diferente...". Depois de vermos e ouvirmos a história estivemos a conversar sobre o seu conteúdo e sobre as pessoas com deficiência.
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
Hoje fomos observar a natureza...com olhos de ver
Hoje fomos visitar a natureza e aproveitar da melhor forma uma suave tarde de outono. Vejam o que nós descobrimos quando olhamos para a natureza com olhos de ver.
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Conhecimento do mundo,
Educar para a cidadania,
natureza
sábado, 31 de março de 2012
Não resisti a partilhar isto aqui!
Crónica: Ensinar boas maneiras às crianças
A leitura do título desta crónica despertará certamente reacções diferentes. Apesar disso, estou certa de que num aspecto todos estaremos de acordo: uma criança mal-educada irrita (muito!) e uma criança bem-educada enternece imenso!
Independentemente do carácter e dos traços de personalidade de cada um dos nossos “pequenos ditadores”, pais e educadores parecem concordar nos pressupostos de que as crianças devem desenvolver competências sociais que, desde logo, as ajudarão no seu desenvolvimento psicológico, nas relações afectivas, no relacionamento interpessoal e na capacidade de aprendizagem. A formação em etiqueta infantil e juvenil seria, em muitos casos, muito útil (porque, além do mais, desenvolveria a confiança e a auto-estima), mas no nosso país ainda não é uma prática (ao contrário do que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos) pelo que a responsabilidade de educar é de todos aqueles que integram o ambiente das crianças e jovens.
Os pais e educadores farão o que quiserem… ou puderem! Contudo, os básicos são isso mesmo, básicos, e vão além da importância que cada um atribui a “estas coisas”. Muito rapidamente essas crianças se tornam adolescentes e, então aí, a ausência de boa educação e a falta de maneiras passam a ser lamentáveis e imperdoáveis, além de não terem graça rigorosamente nenhuma!
Deve, então, em meu entender, trabalhar-se para o desenvolvimento dos seguintes valores:
Respeito: por si próprio mas também, e muito, pelos outros, pelo tempo dos outros, pelo espaço dos outros. No caso das crianças e jovens, insistir em algo muito esquecido, que é o respeito pelos mais velhos.
Aceitação: da diferença, respeitando as outras etnias, religiões, culturas ou modos de vida.
Pontualidade: um requisito essencial da boa educação e que é cada vez mais ignorado.
Civilidade: que começa por aspectos tão simples como cumprimentar, agradecer, pedir licença ou desculpa. E não esqueçamos o modo de estar à mesa: achar que as crianças, só porque estão em casa e em família, podem comer ou comportar-se à mesa de qualquer maneira, é um tremendo erro que lhes custará caro na vida adulta.
Consideração: pelos pais, pelos demais familiares, pelos professores e/ou outros educadores, por todos aqueles com quem interagem.
Empatia: levando as crianças e jovens (não raramente tão centrados em si próprios) a colocarem-se no lugar do outro, novamente respeitando, e evitando o conflito.
Imagem: desde cedo sensibilizando crianças e jovens para a importância da comunicação não-verbal (olhar, expressões faciais, gestos, tom de voz…) mas também para a apresentação pessoal. Porque, independentemente do estilo e das possibilidades de cada um, o asseio é fundamental.
Um outro aspecto, ao qual sou particularmente sensível, é a sensibilização das boas práticas no uso de telemóveis e outros gadgets electrónicos que, ao serem vivenciados como uma continuidade deles próprios, deixaram de obedecer a regras (o telemóvel é encarado como uma extensão dos sentidos e por isso integrado em qualquer circunstância, o que é manifestamente incorrecto).
Estes aspectos – que nada mais são senão preceitos para uma comunicação interpessoal eficiente e positiva – serão extraordinariamente úteis, em meu entender, na passagem de adolescentes a jovens adultos que concorrerão no mercado de trabalho. Acredito que, cada vez mais, em mercados altamente competitivos e saturados de recursos, o que fará a diferença entre dois licenciados ou mestres será o respectivo comportamento pessoal bem como a já designada inteligência social.
Cristina Marques Fernandes
http://protocolopt.blogspot.com
Independentemente do carácter e dos traços de personalidade de cada um dos nossos “pequenos ditadores”, pais e educadores parecem concordar nos pressupostos de que as crianças devem desenvolver competências sociais que, desde logo, as ajudarão no seu desenvolvimento psicológico, nas relações afectivas, no relacionamento interpessoal e na capacidade de aprendizagem. A formação em etiqueta infantil e juvenil seria, em muitos casos, muito útil (porque, além do mais, desenvolveria a confiança e a auto-estima), mas no nosso país ainda não é uma prática (ao contrário do que acontece, por exemplo, nos Estados Unidos) pelo que a responsabilidade de educar é de todos aqueles que integram o ambiente das crianças e jovens.
Os pais e educadores farão o que quiserem… ou puderem! Contudo, os básicos são isso mesmo, básicos, e vão além da importância que cada um atribui a “estas coisas”. Muito rapidamente essas crianças se tornam adolescentes e, então aí, a ausência de boa educação e a falta de maneiras passam a ser lamentáveis e imperdoáveis, além de não terem graça rigorosamente nenhuma!
Deve, então, em meu entender, trabalhar-se para o desenvolvimento dos seguintes valores:
Respeito: por si próprio mas também, e muito, pelos outros, pelo tempo dos outros, pelo espaço dos outros. No caso das crianças e jovens, insistir em algo muito esquecido, que é o respeito pelos mais velhos.
Aceitação: da diferença, respeitando as outras etnias, religiões, culturas ou modos de vida.
Pontualidade: um requisito essencial da boa educação e que é cada vez mais ignorado.
Civilidade: que começa por aspectos tão simples como cumprimentar, agradecer, pedir licença ou desculpa. E não esqueçamos o modo de estar à mesa: achar que as crianças, só porque estão em casa e em família, podem comer ou comportar-se à mesa de qualquer maneira, é um tremendo erro que lhes custará caro na vida adulta.
Consideração: pelos pais, pelos demais familiares, pelos professores e/ou outros educadores, por todos aqueles com quem interagem.
Empatia: levando as crianças e jovens (não raramente tão centrados em si próprios) a colocarem-se no lugar do outro, novamente respeitando, e evitando o conflito.
Imagem: desde cedo sensibilizando crianças e jovens para a importância da comunicação não-verbal (olhar, expressões faciais, gestos, tom de voz…) mas também para a apresentação pessoal. Porque, independentemente do estilo e das possibilidades de cada um, o asseio é fundamental.
Um outro aspecto, ao qual sou particularmente sensível, é a sensibilização das boas práticas no uso de telemóveis e outros gadgets electrónicos que, ao serem vivenciados como uma continuidade deles próprios, deixaram de obedecer a regras (o telemóvel é encarado como uma extensão dos sentidos e por isso integrado em qualquer circunstância, o que é manifestamente incorrecto).
Estes aspectos – que nada mais são senão preceitos para uma comunicação interpessoal eficiente e positiva – serão extraordinariamente úteis, em meu entender, na passagem de adolescentes a jovens adultos que concorrerão no mercado de trabalho. Acredito que, cada vez mais, em mercados altamente competitivos e saturados de recursos, o que fará a diferença entre dois licenciados ou mestres será o respectivo comportamento pessoal bem como a já designada inteligência social.
Cristina Marques Fernandes
http://protocolopt.blogspot.com
Etiquetas:
Educar para a cidadania,
Formação pessoal e social
quinta-feira, 12 de janeiro de 2012
Projeto "Compostagem doméstica"
Uma das atividades que estamos a dinamizar no âmbito do projeto "As ciências e a natureza" é fazer a compostagem de alguns resíduos biodegradáveis que podemos reutilizar. No nosso centro escolar este projeto é comum às quatro salas de pré-escolar. Temos descoberto muitas coisas acerca deste assunto e ainda queremos descobrir mais. Esta semana saímos à rua apanhar folhas secas pois no compostor podemos colocar "verdes" e "castanhos" em diferentes proporções e precisávamos de "castanhos" (por exemplo folhas secas). Sabemos que este processo é demorado, mas esperamos usar o composto no jardim do centro escolar ainda este ano.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
"Um por todos e todos pelo ambiente..."
Este é o lema dos "Suminhos".
Ontem visitou-nos uma equipa da empresa "Suma".Vieram relembrar-nos todos os cuidados que devemos ter para ser-mos amigos do ambiente. Em conjunto conversámos sobre a necesidade de separar e reciclar os lixos. Também falámos da reutilização que podemos fazer de alguns materiais como roupa, calçado e brinquedos.Aprendemos também que devemos reduzir os lixos comprando menos embalagens. De seguida ofereceram-nos um livrinho de actividades que hoje alguns meninos quiseram experimentar.
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